Zandrinha
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
domingo, 20 de março de 2011
- Desenvolver habilidades de coordenação motora para recorte e colagem.
- · Desenvolver progressivamente a coordenação viso motora e espacial.
- · Desenvolver as percepções auditiva, visual e espacial.
- · Expressar oralmente suas ideias e pensamentos.
- · Escutar atentamente o que os colegas falam em uma roda de conversa respeitando opiniões.
- · Ouvir atentamente as leituras feitas pela professora.
- · Identificar seu nome e a letra inicial.
- · Localizar a letra inicial e final de seu nome.
- · Reconhecer as letras do próprio nome em diferentes contextos (jornais e revistas).
- · Identificar a quantidade de letras que formam o nome.
- · Escrever seu nome e dos colegas.
CONTEÚDOS PROPOSTOS:
gtLinguagem oral e escrita:
- Nomes: identificação, escrita e letra inicial.
- Orientação esquerdo-direita na escrita do nome e outras palavras.
- Diferença entre letras/desenhos e letras/rabiscos.
- Produção textual oral individual e coletiva.
- Roda de histórias
- Relato de vivências
- Roda de conversa
gtNatureza e sociedade:
Socialização
Valores: respeito e amizade
gt;Corpo e movimento
Expressão corporal
Motricidade ampla e fina
Coordenação motora
Percepção visual e auditiva
gtMatemática:
Sequencia numérica até 30
Contagem até 30.
Número e quantidades até 5.
Noção de tamanho
Comparação de quantidades
<Temas Transversais
Pluralidade cultural – respeito às diferenças, respeito as opiniões.
Ética- solidariedade, afetividade, amizade.
RECURSOS:
Folhas mimeografadas / xerox
Palitos de picolé e fósforo queimados
Tesoura
Cola
Folhas de ofício
Folhas coloridas
Computador
Livros de história citados
Caixas de creme dental
Cds e rádio
Alfabeto móvel
Lápis de cor e giz de cera
Bola
Corda
Giz de quadro
Murais da sala
Material de contagem
Revistas
Massinha de modelar
Jogos
Papel pardo
Pincel atômico
Aula expositiva e dialogada
Cartazes
Balões
Roda de conversa
Objetos variados
Caixa grande
Ø Alunos
AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser constante, tendo em vista todas as atividades realizadas durante o planejamento, as atividades de rotina, os jogos e as brincadeiras, considerando-se também a curiosidade, o interesse, a iniciativa, a cooperação, a participação, a compreensão, a concentração, o cumprimento às regras pré-estabelecidas e o interesse das crianças durante as atividades propostas.
Será considerado satisfatório o aluno que identificar e escrever seu nome sozinho, identificar e localizar a letra inicial dele e relacioná-lo com outros objetos e figuras que iniciem iguais.
ALGUMAS IMAGENS


quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Outro selinho
Novo selinho
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Livro - O folclore
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Trabalhando quantidades
domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Elogios e críticas: é importante que os educadores saibam dosar
Por Içami Tiba
Um bom e merecido elogio eleva a alma, aumentando a auto-estima, enquanto uma severa crítica destrutiva congela a pessoa, minando a auto-estima. Tanto elogios quanto críticas chegam de outras pessoas, reforçando ou contrariando o que uma pessoa avalia de si mesma. Não costuma ser bem visto um autoelogio, mas uma autocrítica é estimulada em uma sociedade onde se pretende que as pessoas procurem melhorar sempre. Mas não há como impedir que uma pessoa sinta um bem estar quando faz algo que ela mesma aprove e aprecie. Raramente uma pessoa deix a de fazer uma autocrítica, principalmente quando ela tem o hábito de reavaliar a sua participação seja em onde e como for. Esta autoavaliação pode ser entendida como se a pessoa tivesse dentro de si um juiz que lhe avaliasse em cada pensamento, sentimento ou ação. Este juiz que habita o interior de todas as pessoas um dia já esteve fora. São os pontos de vista dos seus pais (professores, parentes ou quaisquer outras pessoas) que lhes sejam importantes e significativas. Se estas pessoas foram saudáveis educadores, isto é, souberam dosar bem os elogios e críticas, o juiz é bastante justo. Desenvolve-se o juiz interno como se desenvolve a língua que os circundantes usam. Em geral, pais muito severos que só criticam desenvolvem um juiz autocrítico severo, mas um fraco autoelogiador e pais que só elogiam desenvolvem um juiz permissivo que avalia como positiva qualquer ação que venha a praticar. Nem tanto à terra, nem tanto ao mar, mas neste caso, o equilíbrio não está no meio, mas o juiz ser mais crítico ou elogiador conforme a necessidade da própria criança a ser educada. Nem todas as crianças nascem iguais. Umas já nascem mais sossegadas e outras mais agitadas. Em geral as mais sossegadas aprontam menos, pois pensam antes de fazer e levam menos broncas que as agitadas que acabam fazendo sem pensar. Broncas e críticas a crianças mais tranqüilas tornam o seu juiz interno muito autocrítico. Elogios e afagos a crianças impulsivas constroem um juiz interno muito permissivo e quase delinqüente. Imaginemos o que acontece com uma criança que já tenha seu juiz interno mais crítico que elogiador receba do professor uma crítica, um apelido, uma gozação, uma ironia, ou uma desqualificação do professor durante a aula, ou dos colegas formadores de opinião fora da sala de aula... Há críticas que ajudam e outras que atrapalham. As que ajudam são as verdadeiras, mas critica-se a ação e não a pessoa. Chamar um aluno de "vagabundo" por não ter feito uma lição é julgar o aluno e não a sua falha. É preciso ter elevadíssima auto-estima para não se abalar com apelidos pejorativos colocados por colegas conhecidos e/ou conviventes. Existe em família um costume horrível: criticar a pessoa querida por desejar que ela melhore. Tão horrível quanto elogiá-la em tudo, mesmo que não mereça o elogio, pois, assim, pensam os elogiadores, "quem sabe ela melhore..." Isso pode acontecer com pais que por algum motivo acabam sendo professores dos seus próprios filhos. O que acontece com estes pais tem um nome: envolvimento emocional. Tanto o elogio quanto a crítica não devem ser sobrecarregados com outros significados além dos seus próprios. Assim, principalmente os educadores não devem misturar suas emoções, afetos, preferências e rejeições sobre seus elogios e críticas aos seus alunos, sob o risco de descaracterizar suas funções educativas.
quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Mimo!!
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Sondagem
- letras e eles devem quando a música parar dizer o nome dela, ou uma palavra que comece ou desenhar no quadro;
- números e eles dizem o nome, ou desenham a quantidade.
- palavras para que leiam, frases para turmas de séries mais avançadas;
- cores;
- e muitas outras possibilidades.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Bibliografia
- COLELLO, S. A escola que (não) ensina a ler e a escrever. SP: Paz e Terra, 2007
- NEMIROVSKY, M O Ensino da Linguagem Escrita. PA, Artmed, 2002
- COLOMER, T; CAMPS,A Ensinar a ler, ensinar a compreender, PA, Artmed, 2002
- COLELLO, S. Alfabetização em questão. RJ: Paz e Terra, 2004
- GERALDI, Portos de passagem. SP: Martins Fontes, 1993
- FERREIRO, E. O passado e o presente do verbo ler e escrever. SP: Cortez, 2002
- LERNER, D. Ler e escrever na escola – o real, o possível e o necessário. PA: Artmed, 2002
- TEBEROSKY, A; COLOMER, T. Aprender a ler e a escrever. PA: Artes Médicas, 2003
- RIBEIRO, V. M. (org.). Letramento no Brasil. SP: Global, 2003
- SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros, Autêntica, 1998
- WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. SP: Ática, 2002
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Participando
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Ginástica historiada
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

![[selo+amgas+virtuais.jpg]](http://4.bp.blogspot.com/_XxOlArEXPzU/S0vNq-ffNEI/AAAAAAAAEZ8/Jv81AKl1hps/s1600/selo%2Bamgas%2Bvirtuais.jpg)
sábado, 16 de janeiro de 2010
Jogos cooperativos
AMIGOS DE JÓ
Edição 1 de Agosto de 2001 da Revista Jogos Cooperativos, pág. 12
criado por Patrícia Maria Pedote
e Kátia M. Alves Barata
(para o I Festival de Jogos Cooperativos - 1999)
Objetivo do Jogo:
Cantando a música "Amigos de Jó", todo o grupo tem que deslocar-se na cadência e realizar os movimentos propostos formando uma espécie de balé brincalhão.
Propósito:
O propósito é fazer do jogo-dança um momento de união do grupo e proporcionar um espaço de adequação do ritmo grupal. Podem ser trabalhados Valores Humanos como:
|
| Alegria e Entusiasmo pela brincadeira do grupo (diversão entre erros e acertos); |
|
| Harmonia na busca do ritmo grupal; |
|
| Parceria e Respeito para caminhar junto
com o outro. |
Recursos:
espaço físico mínimo de
círculos no chão (bambolês, círculos desenhados de giz ou barbantes) em número igual ao de participantes dispostos em um grande círculo.
Número de Participantes:
Pode ser jogado com um mínimo de 16 pessoas até quantos o espaço permitir.
Duração:
Grupos pequenos jogam em cerca de 15 minutos; grupos maiores precisam de mais tempo para administrar a adequação rítmica.
Descrição:
Cada participante ocupa um bambolê ou círculo desenhado no chão.
A música tradicional dos "Escravos de Jó" é cantada com algumas modificações:
"aMigos de Jó joGavam caxanGá. Tira, Põe,
Deixa Ficar, fesTeiros com fesTeiros
fazem Zigue, Zigue, Zá (2x)"
O grupo vai fazendo uma coreografia ao mesmo tempo em que canta a música. A cadência das passadas é marcada pelas letras maiúsculas na música.
"aMigos de Jó joGavam caxanGá." : são 4 passos simples em que cada um vai pulando nos círculos que estão à sua frente.
"Tira": pula-se para o lado de fora do círculo
" Põe": volta-se para o círculoT
"Deixa Ficar": permanece no círculo, agitando os braços erguidos "fesTeiros com fesTeiros": 2 passos para frente nos círculos "fazem Zigue, Zigue, Zá" : começando com o primeiro passo à frente, o segundo voltando e o terceiro novamente para frente.
Quando o grupo já estiver sincronizando o seu ritmo, o(a) focalizador(a) pode propor que os participantes joguem
E por que não propor que se jogue em trios e quartetos??
Dicas:
Este jogo-dança é uma gostosa brincadeira que exige uma certa concentração do grupo para perceber qual é o ritmo a ser adotado. É prudente começar mais devagar e se o grupo for respondendo bem ao desafio, sugerir o aumento da velocidade.
O respeito ao parceiro do lado e a atenção para não machucar os pés alheios são toques interessantes que a pessoa que focaliza o jogo pode dar.
Quando o grupo não está conseguindo estabelecer um ritmo grupal, o(a) focalizador(a) pode oferecer espaço para que as pessoas percebam onde está a dificuldade e proponham soluções. Da mesma forma, quando o desafio já tenha sido superado e o grupo queira continuar jogando, há espaço para criar novas formas de deslocamento e também há abertura para outras coreografias nesta ou em outras cantigas do domínio popular.
Vale dizer que o pessoal ri muito, que é um jogo legal para descontrair, para festinhas de criança e festonas de adultos, aulas na escola, treinamentos de gestão de pessoas buscando o ritmo de trabalho do grupo. O jogo pode acompanhar reflexão sobre temas de interesse específico ou simplesmente ser jogado pelo prazer de jogar-dançar.
ENCRACHANDO
Edição 4 de Novembro de 2001 da Revista Jogos Cooperativos, pág. 11
Jogo criado por Andréa Loureiro Tedesco
Objetivo do Jogo:
Reconhecer e aprender as letras do alfabeto, promover a confiança e o contato com o outro, trabalhar o ritmo e as diversas formas de expressão.
Propósito
Auxiliar de forma descontraída e divertida o aprendizado da criança na etapa da alfabetização, incentivando desde de cedo a prática da Cooperação.
Recursos:
Cartolinas, tesouras, colas, canetinhas hidrocor, barbantes, revistas velhas, aparelho de som e cds com músicas alegres.
Duração:
Descrição:
1ª Etapa – Confeccionar os crachás :
Fazer com que as crianças recortem as cartolinas em retângulos de 12X12 , façam 2 furos na parte superior e passem a tira de barbante nestes furos.Com os crachás prontos, as crianças deverão escrever seus nomes neles ( caso não saibam , o facilitador irá ajudar) .
2ª Etapa - Percebendo as letras:
Em seguida é colocada uma música bem alegre e todos deverão dançar até a interrupção desta, quando ela parar, as crianças formarão duplas . Neste momento a orientação do facilitador será fundamental, pois ele irá possibilitar a seus alunos perceberem nos crachás os seguintes itens:
a- Quais são as letras do seu nome;
b- Existem letras iguais a sua no crachá do amigo;
c- Quantas letras existem no seu nome e no nome do amigo.
Enfim, explorar ao máximo este material .
Faça a música tocar e parar por diversas vezes, assim as crianças poderão trocar de duplas e repetir a tarefa, sempre dançando para fazer a troca .
3ª Etapa - Comunicação e Integração
Formar um círculo com as crianças sentadas no chão e disponibilizar revistas velhas, colas e tesouras. Todo este material será colocado no centro da roda . Peça que os alunos procurem nas revistas fotos ou figuras de animais, ao acharem deverão recortar e colar no crachá ( lado oposto do nome ).
Estas figuras não poderão ser mostradas a ninguém, apenas ao amigo que estiver sentado a sua direita na roda. Ao toque do facilitador, cada amigo da direita irá fazer uma mímica deste animal para que os demais descubram .
4ª Etapa – Relacionamento Interpessoal e Fechamento
Cada criança deverá escrever ou desenhar, ainda no crachá, um desejo que possa ser realizado naquele momento e ali naquele local (Ex: quero um abraço, quero um beijo, me faça massagem, etc... ) Então a música irá tocar novamente e, quando a ela parar, os participantes formarão duplas e cada integrante da dupla realizará o desejo do outro .
Dicas:
- Esse jogo pode ser utilizado no primeiro dia de aula como integração de uma classe, ou na volta das férias de Julho de uma sala de pré-escola, por exemplo.
- Para alunos que já sabem ler, aumente o grau de desafio, pedindo que busquem animais que comecem com a primeira letra do nome ou que rimem com o nome.
- As crianças podem construir uma estória com os animais que surgiram nas figuras, e até encenar uma peça teatral.
Retirado do site Planeta Cooperação, o link lá no final o blog











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