Faça sua pesquisa!!!!!

Carregando...

terça-feira, 15 de maio de 2012

ESCOLA RAYMUNDO SCHERER: Formando cidadãos

ESCOLA RAYMUNDO SCHERER: Formando cidadãos: Resgatar  valores esquecidos. Conhecer a identidade do país onde moramos. Orgulhar-se da Nossa Bandeira e Hino Nacional. Os alunos são res...

sábado, 21 de abril de 2012

Projetos

Projeto: Promovendo a paz brincando





As crianças confeccionaram brinquedos com suas famílias, ontem alguns foram entregues.....

UNIDADE E DEZENA

TRABALHANDO DEZENA E UNIDADE




Mais atividades de dezena e unidade com uso de material dourado
Todas retiradas da net

MATERIAL DOURADO - DEZENA E UNIDADE


sexta-feira, 13 de abril de 2012

domingo, 25 de março de 2012

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

domingo, 20 de março de 2011

TÍTULO: Eu e meus amigos na escola
TURMA: 11
DURAÇÃO: 21 aulas JUSTIFICATIVA: A escola é o segundo grupo social ao qual a criança pertence e tem um papel muito importante na construção da identidade de cada um. Atividades de socialização e que trabalhem valores importantes são fundamentais assim como o trabalho com o nome de cada um. O trabalho com o nome constitui-se de uma valiosa fonte de informação para a criança e deixa a aprendizagem cheia de significados. A formação da identidade está relacionada intimamente ao conhecimento do nome, por isto faz-se necessário à elaboração deste projeto. OBJETIVO GERAL: Identificar a escrita de seu nome, reconhecendo suas letras em outras palavras e fazendo uso dessa aprendizagem no seu dia a dia, procurando sempre respeitar as regras pré-estabelecidas e a opinião de todos que pertencem ao grupo.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
· Desenvolver atitudes positivas em relação ao outro e ao trabalho em grupo por meio de diferentes tipos de brincadeiras.
  • Desenvolver habilidades de coordenação motora para recorte e colagem.
  • · Desenvolver progressivamente a coordenação viso motora e espacial.
  • · Desenvolver as percepções auditiva, visual e espacial.
  • · Expressar oralmente suas ideias e pensamentos.
  • · Escutar atentamente o que os colegas falam em uma roda de conversa respeitando opiniões.
  • · Ouvir atentamente as leituras feitas pela professora.
  • · Identificar seu nome e a letra inicial.
  • · Localizar a letra inicial e final de seu nome.
  • · Reconhecer as letras do próprio nome em diferentes contextos (jornais e revistas).
  • · Identificar a quantidade de letras que formam o nome.
  • · Escrever seu nome e dos colegas.
  • · Identificar objetos que iniciem com a mesma letra de seu nome.
    · Reconhecer outras palavras que iniciem com a mesma letra de seu nome. · Realizar contagens orais de coleções seguindo a sequencia numérica. · Comparar tamanhos e estabelecer relações. · Valorizar suas produções e de seus colegas.

CONTEÚDOS PROPOSTOS:

gtLinguagem oral e escrita:

  • Nomes: identificação, escrita e letra inicial.
  • Orientação esquerdo-direita na escrita do nome e outras palavras.
  • Diferença entre letras/desenhos e letras/rabiscos.
  • Produção textual oral individual e coletiva.
  • Roda de histórias
  • Relato de vivências
  • Roda de conversa

gtNatureza e sociedade:

Socialização

Valores: respeito e amizade

gt;Corpo e movimento

Expressão corporal

Motricidade ampla e fina

Coordenação motora

Percepção visual e auditiva

gtMatemática:

Sequencia numérica até 30

Contagem até 30.

Número e quantidades até 5.

Noção de tamanho

Comparação de quantidades

&ltTemas Transversais

Pluralidade cultural – respeito às diferenças, respeito as opiniões.

Ética- solidariedade, afetividade, amizade.

RECURSOS:

Folhas mimeografadas / xerox

Palitos de picolé e fósforo queimados

Tesoura

Cola

Folhas de ofício

Folhas coloridas

Computador

Livros de história citados

Caixas de creme dental

Cds e rádio

Alfabeto móvel

Lápis de cor e giz de cera

Bola

Corda

Giz de quadro

Murais da sala

Material de contagem

Revistas

Massinha de modelar

Jogos

Papel pardo

Pincel atômico

Aula expositiva e dialogada

Cartazes

Balões

Roda de conversa

Objetos variados

Caixa grande

Ø Alunos

AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser constante, tendo em vista todas as atividades realizadas durante o planejamento, as atividades de rotina, os jogos e as brincadeiras, considerando-se também a curiosidade, o interesse, a iniciativa, a cooperação, a participação, a compreensão, a concentração, o cumprimento às regras pré-estabelecidas e o interesse das crianças durante as atividades propostas.

Será considerado satisfatório o aluno que identificar e escrever seu nome sozinho, identificar e localizar a letra inicial dele e relacioná-lo com outros objetos e figuras que iniciem iguais.

ALGUMAS IMAGENS

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Outro selinho

Esse foi do blog O Cantinho da Catharyna
Fiquei muito feliz!!!
As regras são as seguintes:
1 - Citar 10 coisas que eu amo de paixão 2 - Indicar 10 blogs para receber o selinho.
COISAS QUE AMO!!!!!
Meus filhos Izadora e joão Pedro e minha família;
Minha casa;
Meu trabalho;
Minha independência;
Ir ao cinema;
Ver os filmes do Harry Potter (coisa de criança);
Comer sorvete;
Passear de mãos dadas com quem se ama;
Lembrar das coisas boas que passaram na minha vida;
Fazer as coisas que gosto com prazer;
DEZ BLOGS INDICADOS:
Assim que der posto os demais
A correria tá muito grande
Abraços mil!!!

Novo selinho

Recebi um selinho da Encadernadora Santhunder Blog Amigo da Leitura
Obrigada!
Ele está lá no final da página
Abraços

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Livro - O folclore

Parlendas
Você sabe o que são parlendas? São versos infantis com rimas, criados para as mais diferentes finalidades, entre elas divertir, acalmar, ajudar a decorar números ou escolher quem deve iniciar uma brincadeira. Como variam bastante, cada pessoa pode conhecê-las de um modo diferente.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Trabalhando quantidades

Levei para sala de aula uma cesta e nela tampinhas de refrigerante. Eles observaram, discutiram e fizemos estimativas de quantas tampinhas teriam dentro dela. Foi feita a contagem e o registro da atividade.

terça-feira, 30 de março de 2010

Elogios e críticas: é importante que os educadores saibam dosar

Por Içami Tiba

Um bom e merecido elogio eleva a alma, aumentando a auto-estima, enquanto uma severa crítica destrutiva congela a pessoa, minando a auto-estima. Tanto elogios quanto críticas chegam de outras pessoas, reforçando ou contrariando o que uma pessoa avalia de si mesma. Não costuma ser bem visto um autoelogio, mas uma autocrítica é estimulada em uma sociedade onde se pretende que as pessoas procurem melhorar sempre. Mas não há como impedir que uma pessoa sinta um bem estar quando faz algo que ela mesma aprove e aprecie. Raramente uma pessoa deix a de fazer uma autocrítica, principalmente quando ela tem o hábito de reavaliar a sua participação seja em onde e como for. Esta autoavaliação pode ser entendida como se a pessoa tivesse dentro de si um juiz que lhe avaliasse em cada pensamento, sentimento ou ação. Este juiz que habita o interior de todas as pessoas um dia já esteve fora. São os pontos de vista dos seus pais (professores, parentes ou quaisquer outras pessoas) que lhes sejam importantes e significativas. Se estas pessoas foram saudáveis educadores, isto é, souberam dosar bem os elogios e críticas, o juiz é bastante justo. Desenvolve-se o juiz interno como se desenvolve a língua que os circundantes usam. Em geral, pais muito severos que só criticam desenvolvem um juiz autocrítico severo, mas um fraco autoelogiador e pais que só elogiam desenvolvem um juiz permissivo que avalia como positiva qualquer ação que venha a praticar. Nem tanto à terra, nem tanto ao mar, mas neste caso, o equilíbrio não está no meio, mas o juiz ser mais crítico ou elogiador conforme a necessidade da própria criança a ser educada. Nem todas as crianças nascem iguais. Umas já nascem mais sossegadas e outras mais agitadas. Em geral as mais sossegadas aprontam menos, pois pensam antes de fazer e levam menos broncas que as agitadas que acabam fazendo sem pensar. Broncas e críticas a crianças mais tranqüilas tornam o seu juiz interno muito autocrítico. Elogios e afagos a crianças impulsivas constroem um juiz interno muito permissivo e quase delinqüente. Imaginemos o que acontece com uma criança que já tenha seu juiz interno mais crítico que elogiador receba do professor uma crítica, um apelido, uma gozação, uma ironia, ou uma desqualificação do professor durante a aula, ou dos colegas formadores de opinião fora da sala de aula... Há críticas que ajudam e outras que atrapalham. As que ajudam são as verdadeiras, mas critica-se a ação e não a pessoa. Chamar um aluno de "vagabundo" por não ter feito uma lição é julgar o aluno e não a sua falha. É preciso ter elevadíssima auto-estima para não se abalar com apelidos pejorativos colocados por colegas conhecidos e/ou conviventes. Existe em família um costume horrível: criticar a pessoa querida por desejar que ela melhore. Tão horrível quanto elogiá-la em tudo, mesmo que não mereça o elogio, pois, assim, pensam os elogiadores, "quem sabe ela melhore..." Isso pode acontecer com pais que por algum motivo acabam sendo professores dos seus próprios filhos. O que acontece com estes pais tem um nome: envolvimento emocional. Tanto o elogio quanto a crítica não devem ser sobrecarregados com outros significados além dos seus próprios. Assim, principalmente os educadores não devem misturar suas emoções, afetos, preferências e rejeições sobre seus elogios e críticas aos seus alunos, sob o risco de descaracterizar suas funções educativas.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mimo!!

Esse mimo recebi da
do blog de
e que também é dona do
Adorei!!!!!
Beijinhos para todos
Dedico para todos que me visitam e que deixam seus recadinhos carinhosos....Se quiser levar o mimo deixe sua mensagem.....
Milhares de abraços

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Sondagem

Novo início de ano letivo se aproxima e todos nós professores sabemos como é importante fazermos uma sondagem da nova turma para sabermos como proceder dali para frente em nossas aulas.
Essa pesquisa deve ser toda registrada. Podemos fazer planilhas, diários, tabelas... esse registro é uma forma de organizar nossas ideias.
No site da nova escola tem texto e vídeo sobre o tema, para 1º ano.
Lá também um modelo de tabela para registro dessa sondagem.
Devemos usar atividades variadas tanto escritas como brincadeiras. Uma que gosto muito é utilizando a música O LIMÃO ENTROU NA RODA passo uma caixinha e dentro coloco:
  • letras e eles devem quando a música parar dizer o nome dela, ou uma palavra que comece ou desenhar no quadro;
  • números e eles dizem o nome, ou desenham a quantidade.
  • palavras para que leiam, frases para turmas de séries mais avançadas;
  • cores;
  • e muitas outras possibilidades.
Enquanto isso, observo e faço as devidas anotações.
Depois peço que registrem a brincadeira tentando lembrar o que foi sorteado desenhando. Essa atividade é recolhida.
Também é claro não posso esquecer da sondagem com ditado de palavras de mesmo campo semântico, uma polissílaba, trissílaba, dissílaba monossílaba e a frase com uma das palavras ditadas. Vejam o site da Nova Escola, ele fala sobre essa atividade.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bibliografia

Alguns livros muito bons:
  • COLELLO, S. A escola que (não) ensina a ler e a escrever. SP: Paz e Terra, 2007
  • NEMIROVSKY, M O Ensino da Linguagem Escrita. PA, Artmed, 2002
  • COLOMER, T; CAMPS,A Ensinar a ler, ensinar a compreender, PA, Artmed, 2002
  • COLELLO, S. Alfabetização em questão. RJ: Paz e Terra, 2004
  • GERALDI, Portos de passagem. SP: Martins Fontes, 1993
  • FERREIRO, E. O passado e o presente do verbo ler e escrever. SP: Cortez, 2002
  • LERNER, D. Ler e escrever na escola – o real, o possível e o necessário. PA: Artmed, 2002
  • TEBEROSKY, A; COLOMER, T. Aprender a ler e a escrever. PA: Artes Médicas, 2003
  • RIBEIRO, V. M. (org.). Letramento no Brasil. SP: Global, 2003
  • SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros, Autêntica, 1998
  • WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. SP: Ática, 2002

Boas vindas!!!!

Boas vindas!!!!

MENSAGENS PARA VOCÊS!!

Fique ligado!!!

Vídeos

Loading...