Zandrinha
sexta-feira, 25 de maio de 2012
terça-feira, 15 de maio de 2012
ESCOLA RAYMUNDO SCHERER: Formando cidadãos
sábado, 21 de abril de 2012
Projetos
Projeto: Promovendo a paz brincando
As crianças confeccionaram brinquedos com suas famílias, ontem alguns foram entregues.....
UNIDADE E DEZENA
Mais atividades de dezena e unidade com uso de material dourado
Todas retiradas da net
MATERIAL DOURADO - DEZENA E UNIDADE
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Tabela numérica
Algumas atividades sobre tabela numérica no site de nova escola muito bom, vale a pena conferir....
domingo, 25 de março de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
domingo, 20 de março de 2011
- Desenvolver habilidades de coordenação motora para recorte e colagem.
- · Desenvolver progressivamente a coordenação viso motora e espacial.
- · Desenvolver as percepções auditiva, visual e espacial.
- · Expressar oralmente suas ideias e pensamentos.
- · Escutar atentamente o que os colegas falam em uma roda de conversa respeitando opiniões.
- · Ouvir atentamente as leituras feitas pela professora.
- · Identificar seu nome e a letra inicial.
- · Localizar a letra inicial e final de seu nome.
- · Reconhecer as letras do próprio nome em diferentes contextos (jornais e revistas).
- · Identificar a quantidade de letras que formam o nome.
- · Escrever seu nome e dos colegas.
CONTEÚDOS PROPOSTOS:
gtLinguagem oral e escrita:
- Nomes: identificação, escrita e letra inicial.
- Orientação esquerdo-direita na escrita do nome e outras palavras.
- Diferença entre letras/desenhos e letras/rabiscos.
- Produção textual oral individual e coletiva.
- Roda de histórias
- Relato de vivências
- Roda de conversa
gtNatureza e sociedade:
Socialização
Valores: respeito e amizade
gt;Corpo e movimento
Expressão corporal
Motricidade ampla e fina
Coordenação motora
Percepção visual e auditiva
gtMatemática:
Sequencia numérica até 30
Contagem até 30.
Número e quantidades até 5.
Noção de tamanho
Comparação de quantidades
<Temas Transversais
Pluralidade cultural – respeito às diferenças, respeito as opiniões.
Ética- solidariedade, afetividade, amizade.
RECURSOS:
Folhas mimeografadas / xerox
Palitos de picolé e fósforo queimados
Tesoura
Cola
Folhas de ofício
Folhas coloridas
Computador
Livros de história citados
Caixas de creme dental
Cds e rádio
Alfabeto móvel
Lápis de cor e giz de cera
Bola
Corda
Giz de quadro
Murais da sala
Material de contagem
Revistas
Massinha de modelar
Jogos
Papel pardo
Pincel atômico
Aula expositiva e dialogada
Cartazes
Balões
Roda de conversa
Objetos variados
Caixa grande
Ø Alunos
AVALIAÇÃO: A avaliação deverá ser constante, tendo em vista todas as atividades realizadas durante o planejamento, as atividades de rotina, os jogos e as brincadeiras, considerando-se também a curiosidade, o interesse, a iniciativa, a cooperação, a participação, a compreensão, a concentração, o cumprimento às regras pré-estabelecidas e o interesse das crianças durante as atividades propostas.
Será considerado satisfatório o aluno que identificar e escrever seu nome sozinho, identificar e localizar a letra inicial dele e relacioná-lo com outros objetos e figuras que iniciem iguais.
ALGUMAS IMAGENS


quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Outro selinho
Novo selinho
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Livro - O folclore
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Trabalhando quantidades
domingo, 27 de junho de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Elogios e críticas: é importante que os educadores saibam dosar
Por Içami Tiba
Um bom e merecido elogio eleva a alma, aumentando a auto-estima, enquanto uma severa crítica destrutiva congela a pessoa, minando a auto-estima. Tanto elogios quanto críticas chegam de outras pessoas, reforçando ou contrariando o que uma pessoa avalia de si mesma. Não costuma ser bem visto um autoelogio, mas uma autocrítica é estimulada em uma sociedade onde se pretende que as pessoas procurem melhorar sempre. Mas não há como impedir que uma pessoa sinta um bem estar quando faz algo que ela mesma aprove e aprecie. Raramente uma pessoa deix a de fazer uma autocrítica, principalmente quando ela tem o hábito de reavaliar a sua participação seja em onde e como for. Esta autoavaliação pode ser entendida como se a pessoa tivesse dentro de si um juiz que lhe avaliasse em cada pensamento, sentimento ou ação. Este juiz que habita o interior de todas as pessoas um dia já esteve fora. São os pontos de vista dos seus pais (professores, parentes ou quaisquer outras pessoas) que lhes sejam importantes e significativas. Se estas pessoas foram saudáveis educadores, isto é, souberam dosar bem os elogios e críticas, o juiz é bastante justo. Desenvolve-se o juiz interno como se desenvolve a língua que os circundantes usam. Em geral, pais muito severos que só criticam desenvolvem um juiz autocrítico severo, mas um fraco autoelogiador e pais que só elogiam desenvolvem um juiz permissivo que avalia como positiva qualquer ação que venha a praticar. Nem tanto à terra, nem tanto ao mar, mas neste caso, o equilíbrio não está no meio, mas o juiz ser mais crítico ou elogiador conforme a necessidade da própria criança a ser educada. Nem todas as crianças nascem iguais. Umas já nascem mais sossegadas e outras mais agitadas. Em geral as mais sossegadas aprontam menos, pois pensam antes de fazer e levam menos broncas que as agitadas que acabam fazendo sem pensar. Broncas e críticas a crianças mais tranqüilas tornam o seu juiz interno muito autocrítico. Elogios e afagos a crianças impulsivas constroem um juiz interno muito permissivo e quase delinqüente. Imaginemos o que acontece com uma criança que já tenha seu juiz interno mais crítico que elogiador receba do professor uma crítica, um apelido, uma gozação, uma ironia, ou uma desqualificação do professor durante a aula, ou dos colegas formadores de opinião fora da sala de aula... Há críticas que ajudam e outras que atrapalham. As que ajudam são as verdadeiras, mas critica-se a ação e não a pessoa. Chamar um aluno de "vagabundo" por não ter feito uma lição é julgar o aluno e não a sua falha. É preciso ter elevadíssima auto-estima para não se abalar com apelidos pejorativos colocados por colegas conhecidos e/ou conviventes. Existe em família um costume horrível: criticar a pessoa querida por desejar que ela melhore. Tão horrível quanto elogiá-la em tudo, mesmo que não mereça o elogio, pois, assim, pensam os elogiadores, "quem sabe ela melhore..." Isso pode acontecer com pais que por algum motivo acabam sendo professores dos seus próprios filhos. O que acontece com estes pais tem um nome: envolvimento emocional. Tanto o elogio quanto a crítica não devem ser sobrecarregados com outros significados além dos seus próprios. Assim, principalmente os educadores não devem misturar suas emoções, afetos, preferências e rejeições sobre seus elogios e críticas aos seus alunos, sob o risco de descaracterizar suas funções educativas.
quarta-feira, 24 de março de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Mimo!!
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Sondagem
- letras e eles devem quando a música parar dizer o nome dela, ou uma palavra que comece ou desenhar no quadro;
- números e eles dizem o nome, ou desenham a quantidade.
- palavras para que leiam, frases para turmas de séries mais avançadas;
- cores;
- e muitas outras possibilidades.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Bibliografia
- COLELLO, S. A escola que (não) ensina a ler e a escrever. SP: Paz e Terra, 2007
- NEMIROVSKY, M O Ensino da Linguagem Escrita. PA, Artmed, 2002
- COLOMER, T; CAMPS,A Ensinar a ler, ensinar a compreender, PA, Artmed, 2002
- COLELLO, S. Alfabetização em questão. RJ: Paz e Terra, 2004
- GERALDI, Portos de passagem. SP: Martins Fontes, 1993
- FERREIRO, E. O passado e o presente do verbo ler e escrever. SP: Cortez, 2002
- LERNER, D. Ler e escrever na escola – o real, o possível e o necessário. PA: Artmed, 2002
- TEBEROSKY, A; COLOMER, T. Aprender a ler e a escrever. PA: Artes Médicas, 2003
- RIBEIRO, V. M. (org.). Letramento no Brasil. SP: Global, 2003
- SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros, Autêntica, 1998
- WEISZ, T. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. SP: Ática, 2002





















.gif)