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domingo, 13 de julho de 2008

Dona Baratinha Encontrei na net várias músicas e versões da história
DONA BARATINHA Maria Hilda de J. Alão.
Lá vem a dona baratinha Vestindo a sua sainha
Enfeitada com sinhaninha,
Na cintura apertadinha.
Vem rebolando garbosa,
Na cabeça uma pétala de rosa
É chapéu que a faz glamorosa,
Ó dona baratinha vaidosa!
Pisa firme com seu sapatinho
De verniz com um saltinho, De braço dado com o baratinho
Vai dançar um fandanguinho,
No baile do arrasta pé,
Na velha fazenda de café
Que fica lá no sopé
Da montanha em Guaxupé.
E chegou dona baratinha
Formosa e maquiadinha,
À festa animada e lotadinha
De baratões e baratinhas. E ela se pôs a dançar, E não queria mais parar, Pois a intenção era mostrar
A sua técnica de bailar.
Depois de muita pirueta,
Ela já estava um tanto zureta
Apoiada foi por um maneta
Baratão de calça violeta
Que a queda não pôde evitar E do sapato o salto quebrar. Dona baratinha se desesperar Sentar no chão e muito chorar.
Dona Baratinha
Eliana Composição: Indisponível
era uma vez uma baratinha
que queria que queria se casar
saiu voando procurando um barato
mas o barato ta dificil de achar
cha cha cha cha cha
quem quer casar com a dona baratinha
que é bonitinha e ta prontinha pra casar
tambem tem dinheiro na caixinha e gosta muito de dançar o cha cha cha
O Casamento de Dona Baratinha
Era uma vez uma baratinha que varria o salão quando, de repente, encontrou uma moedinha: - Obá! Agora fiquei rica, e já posso me casar! Este era o maior sonho da Dona Baratinha, que queria muito fazer tudo como tinha visto no cinema. Então, colocou uma fita no cabelo, guardou o dinheiro na caixinha, e foi para a janela cantar: - Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? Um ratinho muito interesseiro estava passando por ali, e ficou imaginando o grande tesouro que a baratinha devia ter encontrado para cantar assim tão feliz. Tentou muito chamar sua atenção e dizer: - Eu quero! Eu quero! Ele era muito pequeno e tinha a voz muito fraquinha e, enquanto cantava, Dona Baratinha nem ouviu. Então chegou o cachorrão , com seu latido forte; foi logo dizendo: - Eu quero! Au! Au! Dona Baratinha se assustou muito com o barulhão dele, e disse: - Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão! E o cachorrão foi embora. O ratinho pensou: agora é minha vez! Mas... - Eu quero, disse o elefante. Dona Baratinha, com medo que aquele animal fizesse muito barulho, pediu que ele mostrasse como fazia. E ele mostrou: - Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão! E o elefante foi embora. O ratinho pensou novamente: - Agora é a minha vez! Mas... Outro animal já ia dizendo bem alto: - Eu quero! Eu quero! E Dona Baratinha perguntou: - Como é o seu barulho? - GRRR! - Não, não, não, não quero você não, você faz muito barulhão! E vieram então vários outros animais: O leão, a onça, o tigre, o papagaio. A todos, Dona Baratinha disse não: ela tinha muito medo de barulho forte. E continuou a cantar na janela: - Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha? Também veio o urso, o cavalo, o galo, o touro, o bode e até o jacaré. A todos a baratinha disse não. Dona Baratinha já estava quase desistindo de encontrar aquele com quem iria se casar. Foi então que percebeu alguém pulando, exausto de tanto gritar: - Eu quero! Eu quero! - Ah! Achei alguém de quem eu não tenho medo! E é tão bonitinho! disse a Dona Baratinha. Enfim, podemos nos casar! Então, preparou a festa de casamento mais bonita, com novas roupas, enfeites e, principalmente, comidas. Essa era a parte que o Ratinho mais esperava: a comida. O cheiro maravilhoso do feijão que cozinhava na panela deixava o Ratinho quase louco de fome. Ele esperava, esperava, e nada de chegar a hora de comer. Já estava ficando verde de fome! Quando o cozinheiro saiu um pouquinho de dentro da cozinha, o Ratinho não aguentou: - Vou dar só uma provadinha na beirada da panela, pegar só um pedacinho de carne do feijão, e ninguém vai notar nada... Que bobo! A panela de feijão quente era muito perigosa, e o Ratinho guloso não devia ter subido lá: caiu dentro da panela de feijão, e nunca mais voltou. Dona Baratinha ficou muito triste que seu casamento tenha acabado assim. No dia seguinte, decidiu voltar à janela novamente e recomeçar a cantar, mas... Desta vez iria prestar mais atenção em tudo o que era importante para ela, além do barulhão, é claro! - Quem quer casar com a Dona Baratinha, que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?
CARLOS CUNHA
O poeta sem limites
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Dona Baratinha Fazer com eles cofrinhos e trabalhar a idéia de poupar dinheiro. Esses eu achei mem um site, ainda não os fiz:

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